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sábado, 15 de janeiro de 2011

Como Pó Jogado ao Vento

Segunda Parte: Impossível de se viver sem
Já haviam passado duas semanas. Duas semanas desde que ele se foi, duas semanas desde que ela estava se sentindo daquela forma.
Ela estava, uma vez mais, parada no jardim do hospital completamente penetrada em seus pensamentos.
O que será que acontecera com Caio? Ele estava bem? Ele estaria bravo com ela?
Ela suspira e, automaticamente, leva a mão direita ao rosto. Ela continua ali, perdida em seu mundinho quando ouve um grande barulho. Ela volta para dentro do hospital e, avistando Sara, pergunta à mesma:
-Que ta acontecendo?
-Não sei direito...
-Mas o que é essa barulheira toda?

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Como Pó jogado ao Vento

Primeira Parte: Difícil de se viver com

O dia estava tão calmo como outro qualquer. No hospital, por incrível que parecesse, também. Era mais que raro um dia como aquele.
Natalia se encontrava no jardim do hospital. A garota de cabelos castanhos e olhos tão claros quanto sua pele olhava para o céu azul enquanto mantinha seus pensamentos nas duas pessoas que lhe eram mais queridas.
Seus pensamentos foram cortados por uma voz masculina:
-Olá, “Natisinha”.
-O que você quer aqui?
-Que hostilidade... – Ele passou a mão no rosto da garota e aproximou seus lábios dos dela – Vai dizer que você não me quer mais?
-Cala a boca, idiota. – E ela o beijou.

*****

-Ai ai... – Bocejou Natalia ao entrar em casa.
-Oi amor! – Falou o moreno pouco antes de se aproximar para dar um selinho em sua amada.